segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

WALKING DEAD

Em toda história da humanidade o corpo humano esteve sempre disposto a preservar sua espécie sendo a "epidemia global" um mito criado pela "Tecnologia da Informação" que transforma as pessoas em ZUMBIS cujos corpos são debilitados através de massivas propagandas que criam "cabeças fracas" e "corações covardes".

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

ACELERADOR DE PARTÍCULAS CICLOTRON


O Bóson de Higgs é a teoria do "nada". Encontraram o vazio, mas é justamente nesse vazio que as coisas acontecem, que o universo existe. O pensamento inserido no tempo não tem tanta importância assim. A não ser para manter o ser humano dormindo. Dentro desse "tempo psicológico" está escrita toda a nossa história, todo o nosso erro em função do poder, do controle. Função controle sobre o livre nada vazio. Quando eliminamos o "tempo psicológico" toda a dualidade acaba e todos os problemas da humanidade encontram soluções porque é exatamente ai, onde não existe o tempo e o espaço, que passamos a enxergar a realidade como ela realmente é - passamos a enxergar Deus. Einstein até que não teve tanto trabalho assim para construir sua teoria uma vez que ela já existia. Precisava apenas do controle científico da época para avançar com o progresso que nada tem a ver com evolução. Dessa forma o vejo como uma farsa, um boneco da elite dominante para progredir com seus interesses mundanos sem que as massas soubessem, passando a acreditar cegamente na ciência positivista e sua força atômica de destruição planetária.

domingo, 24 de novembro de 2013

DA COLONIZAÇÃO DO PENSAMENTO

Deleuze & Guattari
Penso, vejo e percebo que a "colonização do pensamento" advém das instituições de ensino cujo "ufanismo" se propaga nos discursos de "Mestres" e "Doutores" onde o autodidatismo se mostra como uma ameaça a política de Estado e sua produção do mesmo. O encontro de Deleuze com Guattari marca a ruptura dessa colonização do pensamento institucional na criação de uma obra literária aquém dos muros das escolas, desafiando até hoje os ufanistas acadêmicos à sua compreensão. No máximo apreendem essa literatura capitalista esquizofrênica como algo completamente despretensioso e sem compromisso algum com a realidade.

sábado, 23 de novembro de 2013

SUELY ROLNIK – RETORNO AO CORPO-QUE-SABE II

O processo esquizofrênico possui raciocínio, o que ele não possui é "tempo psicológico" que constitui a importância do pensamento ocidental de que a psicanálise se ocupa. Dai o princípio anti-psicanalista da Esquizoanálise.

Por muito pouco não faço parte da escola “Suely Rolnik”. No último instante fecharam as portas na minha cara. Hoje agradeço muito por isso uma vez que tenho a liberdade de não pertencer a escola alguma de Esquizoanálise, fazendo valer meu autodidatismo completamente anti-acadêmico na construção de uma autêntica "máquina de guerra" esquizofrênica.

Essa forma da Suely tentar preservar a Psicanálise na Esquizoanálise faz com que seu discurso se torne dissonante. Na minha concepção a Esquizoanálise rompe radicalmente com a Psicanálise, mas para compreendê-la é preciso ter a Psicanálise como ponto de partida, por isso não é fácil, dando margem para todo tipo de interpretação e aplicação da Esquizoanálise.

Tem algo que é bem simples para compreendermos a relação Freud/Lacan. O inconsciente freudiano é interpretado como um "teatro" das representações, daí Édipo e o tetro grego como estrutura de um "corpo-que-nada-sabe" quanto ao fato de Jocasta ser sua mãe... Já o inconsciente lacaniano é interpretado como uma "simulação" das representações publicitárias e programas de TV, daí os "estádios do espelho" constituindo a alienação como estrutura.

Lacan então atualiza a Psicanálise freudiana para o mundo das máquinas modernas. Nesse sentido um complementa o outro propagando a base Metapsicológica do "corpo-que-nada-sabe" porque é alienado pela manipulação virtual das antenas de TV e seu jogo de espelhos. O resto é teoria intelectualoide francesa pra encher linguiça.

O melhor crítico dessa alienação publicitária das antenas de TV é o francês Jean Baudrillard com o seu livro “Simulacros e Simulações”, que vejo como uma atualização da Esquizoanálise. É preciso pensar a manipulação da informação como criação de verdades ficcionais, é preciso pensar a Matrix e desconstruí-la esquizoanaliticamente falando.

O problema das escolas Esquizoanalistas é a forma como elas enxergam a esquizofrenia transformando-a num tabu. Como as escolas carregam o peso acadêmico da Psicanálise desde o ensino médio e fundamental, a esquizofrenia sempre será vista como doença. Os próprios autores foram indagados se haviam visto alguma vez o esquizofrênico de que falam no tal livro “O Anti-Édipo”, responderam então que nunca haviam visto um.

Pelo visto os Esquizoanalistas continuam não enxergando essa entidade produtiva e passaram, eles mesmos, a tentarem ser esquizofrênicos. Bela iniciativa para continuarem acreditando em algo que nunca existiu numa “fé cega, faca amolada”, porque ninguém se torna aquilo que não é.

A esquizofrenia é uma experiência autêntica de arrebatamento cósmico-transcendental iniciada na infância por um abuso sexual e desencadeada na adolescência como “linha de fuga” do Desejo. O que vai defini-lo como saudável, e por tanto produtivo, é a Afirmação do trauma infantil, a Afirmação do Desejo sexual iniciático dos mistérios da vida, enquanto que a Negação desse Desejo torna-o doente.

Será preciso falar da pedofilia que escandaliza o Catolicismo em detrimento de experiências místico-religiosas? Toda família nuclear é santa cujo seio eclode a esquizofrenia, eclode a loucura... Que graças à santa Psicanálise barra o Desejo, calando-o, negando-o, em nome da moral judaico-cristã de sua filosofia, poupando a sociedade da revolução do Desejo, poupando a “Santa Família” do escândalo da pedofilia e consequentemente do incesto.


Porém, vez ou outra na história da humanidade o Desejo é Afirmado e a revolução é posta em prática através de figuras como: Van Gogh, Nietzsche, Rimboud, Artaud, etc. Nem todos lembram onde começou tal Desejo, apenas o afirmam e seguem adiante com uma vontade inabalável de potencia revolucionária a criar e produzir sentido a realidade, onde não cabe questionar o seu começo, meio ou fim, para não correr o risco de caírem nas garras da repressão e quem sabe cortar uma orelha ou perder uma perna.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

SUELY ROLNIK – RETORNO AO CORPO-QUE-SABE

Eu presto atenção no que ela diz, mas ela não diz nada. Começa com a forma de organização tribal canibal tropical para falar de um “corpo-que sabe”. Depois apareceram os colonizadores e recalcaram esse “corpo-que-sabe” canibal, solvo os Tupinambás que refinaram seu corpo-que-sabe... De que forma eles fizeram isso, não ficou claro.

O sexo é uma repetição diferente para quem adquire o seu “corpo-que-sabe”. Todo conhecimento passa pela violência do objeto e do corpo sendo o canibalismo o extremo da paixão desses corpos onde o sangue e seus órgãos proporcionam o poder da clarividência. Nessa perspectiva ser sacrificado é um deleite por proporcionar conhecimento ao seu povo, daí a antropofagia.

A Suely sempre repete "Lígia Clark" como representação artística para ilustrar suas pesquisas acadêmicas, como peça chave da sua escola. Sua arte nada mais é do que trabalhar com dobras. Uma das linhas de pesquisa de Deleuze. Uma forma de pensar "deleuzianamente" sem citar Deleuze? Tudo bem, mas qual a relação dessa arte com o canibalismo?

Ela como psicanalista sempre procura justificar a "Esquizoanálise" como sendo uma teoria não "anti-psicanalista". Em vão porque a "Esquizoanálise" é por direito uma anti-psicanálise uma vez que trabalha em outra superfície de percepção corporal radicalmente diferente do corpo psicanalítico. A começar pela Esquizofrenia como possibilidade de cura Neurótica.

A Psicanálise se ocupa do corpo doente do Neurótico. Enquanto que a Esquizoanálise se ocupa do corpo saudável do Esquizofrênico.

Por fim ela acaba não dizendo nada uma vez que não linka nada com nada. Apenas cospe teoria e nada fica claro quando trás a interrogação no homem como ponto de intercessão entre o “corpo-que-sabe” e o “corpo-que-não-sabe”. Que interrogação é essa e como se atinge tal instante que está fora? Será esse o processo esquizofrênico por excelência?


Compreendo isso como uma tentativa de se aproximar do processo esquizofrênico e entender a Esquizoanálise. No entanto não passa de um movimento fracassado por não ter a capacidade de reconhecer, analisar e integrar à cultura o esquizofrênico saudável diante do seu nariz chato ao enxerga-lo como ameaça afetiva ao seu suposto “corpo-que-sabe”.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

DECODIFICANDO - Legião Urbana - Tempo Perdido


Todos os dias quando acordo, fico pensando no que deveria ter feito... 
Mas não tenho mais o tempo que passou. 
Mas tenho muito tempo para fazer o que não fiz.
Temos todo o tempo do mundo.
Todos os dias, antes de dormir, lembro e esqueço como foi o dia cheio de culpa cristã. 
Mas sigo sempre em frente porque não temos tempo a perder.
Nosso suor do sexo sagrado é bem mais belo que esse sangue amargo na cruz.
E tão sério e selvagem, selvagem, selvagem!
Veja o sol dessa manhã tão cinza... 
A tempestade que chega é da cor dos teus olhos castanhos.
Então me abraça forte e diz mais uma vez que já estamos distantes de tudo isso, de toda essa culpa cristã.
Temos nosso próprio tempo, temos nosso próprio tempo, temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro, medo do pecado, mas deixe as luzes acesas agora.
O sexo que foi escondido, que foi proibido, é o que se escondeu.
E o amor que foi prometido, ninguém prometeu.
Nem foi tempo perdido porque somos tão jovens, somos tão Jovens, tão Jovens para nos sentirmos tão culpados!

terça-feira, 19 de novembro de 2013