quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

ENCANTO RACIONAL

O problema dos adeptos de qualquer Religião é acreditar nos Símbolos como sendo realidade daquilo que são representações do que é imensurável. Imensurável no sentido de que só quem passa pela experiências religiosa é que entende os Símbolos dando sentido universal/racional à natureza. Vejam que beleza é a natureza afrodisíaca, ela é cibernética cheia de magnetismos representados por vetores opostos que puxam pra cima e pra baixo mostrando suas diferenças de direção no instante zero da existência onde tudo é tudo e nada é nada, porra! Uh! Uh! Uh! Que Beleza! E por fim sua psicodelia que faz do instante zero a diluição da realidade no "desencanto" e "encanto" da ilusão fractal do absoluto. Nos destruímos como representação desse belo e triste vazio. Uma morte doce no "desencanto" de encontrar-se sozinho na experiência da natureza mas "encantado" por fazer parte disso tudo através de uma percepção psicobiológica da imortalidade da alma. Nascer é fácil, difícil mesmo é morrer. De quantas mortes será preciso para ver mais claro no escuro? Com certeza essa é a nossa verdade que faz a voz do coração, estando além do bem o do mal na percepção infinita do universo inserida na ilusão da vida. Então a experiência religiosa é válida quando é autêntica porém seu alcance autentico está mais perto do que imaginamos, basta perceber as partes do todo onde tudo é tudo e nada é nada, sacou?