segunda-feira, 30 de maio de 2016

domingo, 29 de maio de 2016

O_TAO_DO_FLUIR

http://www.flowpsicologiapositiva.com/wordpress/flow_o_estado_da_excelencia_humana/

É verdade. Depois que aprendi a técnica de respiração "sudarshan kriya" consegui encontrar meu "flow" novamente fora d'água. Interessante notar que de tanto eu surfar e seguir o "flow" eu atingi o estado de "excelência" e tudo passou a fazer sentido na minha vida. Era como se eu estivesse surfando fora d'água. Então foi isso que aconteceu....... Atingi o estado de excelência humana através do surf por causa da respiração. Eu vi o "todo" que compõe as "partes" e percebi que a soma das "partes" não formam o "todo". Essa percepção do "todo" em relação as "partes", torna-se então um "mistério" que te coloca num estado de beatitude por conectar a Terra (você-parte) com o Cosmo (Deus-todo).

sexta-feira, 20 de maio de 2016

PSICANÁLISE É METAFÍSICA

Logo na introdução, p. 21, do livro “As Origens da Moral Sexual”, de cara encontro o divisor de águas que separa a Psicanálise da Psicologia. Quando Reich analisa a moral sexual social em Marx e Engels e mostra sua diferença em Freud. Esse a analisa em termos metafísico e os outros em termos empíricos. Dessa forma a Psicanálise se mostra como um problema para o século XX ao identificar a cultura como um processo metafísico e não empírico como foi o "platonismo" na idade média.

Foi por isso que ela foi questionada como não sendo uma ciência por se tratar de metafísica e não de física. Mas a Psicanálise se tornaria uma ferramenta poderosa em termos metafísicos no que diz respeito à "manipulação de massas". A partir da 2ª guerra mundial iremos assistir sua dominação na construção de um mundo global alienado pelas informações das imagens de TV.

Lembro-me do susto que Zeferino Rocha tomou quando na aula de especialização em Psicanálise perguntei se "metapsicologia" era o mesmo que "metafísica". Estava a decifrar a mais enigmática das ciências do século XX. Foi exatamente isso que aconteceu, mas o problema continuou porque eu havia esquecido completamente o quê era a Psicologia.

Retomei meu processo rumo a Psicologia quando descobri que a Gestalt se tratava da percepção de configurações geométricas que criam as formas da matéria. Fui pesquisar e peguei o livro "Pequena História da Psicologia" todo empoeirado da minha biblioteca. Um novo horizonte começou a surgir e finalmente o sol voltou a brilhar de novo e eu tive olhos pra ver à "metafísica" desaparecer.

De texto em texto sobre Gestalt encontrei na internet o artigo "A Psicologia da Gestalt e a Ciência Empírica Contemporânea" de Arno Engelmann da universidade de São Paulo que me despertou para o caráter empírico da minha pesquisa em Psicologia tendo a Fotografia como instrumento, levando-me a criar o conceito CICLOTRON como subjetividade de uma consciência ótica.


Ou seja, a Psicologia surge como uma ciência empírica através do "Laboratório de Psicologia Experimental de Wundt". Foi então que vi a Gestalt e o espírito científico da Psicologia se fez presente novamente.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

PSICOLOGIA É.....

Consciência ótica.
Temos que fazer por nós mesmos percebendo que "metapsicologia" não é "psicologia".
Que a Psicologia veio antes da Psicanálise.
Redescobrindo a Psicologia com a Gestalt, percebi que Psicologia é PERCEPÇÃO.
Psicologia é fazer configurações da realidade até surgir o "todo" que irá ampliar o campo de percepção de si mesmo e dos outros.
Psicologia é perceber que a "dicotomia" entre mente e corpo é uma ilusão uma vez que os opostos tendem a se unir num grande "todo".
Psicologia também é RESPIRAÇÃO, sendo o ato de respirar uma configuração entre mente e corpo.
Dessas percepções surgiram psicologias "pós freudianas" com Reich e Jung que seguiram suas configurações infinitas até alcançar a consciência cósmica e nos beneficiar com a máxima filosófica: "o que está em cima é o mesmo que está embaixo".
Isso é Psicologia: perceber que a realidade é feita de "partes" (opostos) que compõem um grande "todo" (união), sendo essas "partes" ilusões.
Mas nossa formação de base no Brasil insiste em arrastar a Psicologia para o sarcófago da Metapsicologia.
O quê fazer então?
Separar "o joio do trigo" para poder enxergar a diferença radical que há entre Psicologia e Psicanálise, escolhendo com qual das duas atuar dentro e fora da clínica. 
Sendo a Psicologia uma ciência empírica e a Psicanálise uma ciência metafísica


quarta-feira, 18 de maio de 2016

VEGETOTERAPIA_CICLOTRON

Li muitos livros de Reich, mas foi ao investir num curso de respiração “Sudarshan Kriya” com a indiana Rajshree Patel que todas as fichas caíram em relação à vegetoterapia clínica.

Primeiro veio à percepção dos pulmões e a “caixa torácica” como "asas de borboleta" tendo a glândula "timo" como sua "larva". Logo em seguida veio à necessidade de um "Grounding" como consciência corporal em relação à gravidade terrestre trazendo muito mais foco e percepção de estar no mundo. 

Meu "Grounding" surgiu com a base "cavalo" do "kung fu", trazendo à consciência uma relação direta das "artes marciais" com a “respiração”, o bem estar e a necessidade de está sempre alerta em relação às adversidades da vida e seu jogo de percepção.

Na clínica trabalho exatamente nessa sequência: 
1º) Respiração Sudarshan Kriya
2º) Efeito Borboleta
3º) Kung Fu Grounding
4º) Tai Chi Chuan

terça-feira, 17 de maio de 2016

TRAÇO_DE_CONTINUIDADE

Hoje apliquei uma oficina de rabisco com meus sobrinhos (idade: 12 à 18 anos). Utilizando-me da técnica Gestalt sobre "fechamento" em cima de "traços aleatórios" rabiscados numa folha de papel é possível trabalharmos "percepção e criatividade" através das mais variadas formas que se projetam na mente da pessoa que está experimentando o processo. Vejam o resultado:



segunda-feira, 16 de maio de 2016

LIBERDADE, LIBERDADE, ABRE AS ASAS SOBRE NÓS....

Reich ao perceber que a respiração tem como função quebrar as resistências da razão sobre o corpo, viu nela uma aliada no processo de libertação do homem e sua "peste emocional" que nasce no pensamento e recalca as pulsões da vida imposta no aparelho respiratório chamando-a de "couraça".
Ou você respira e não teme a morte na percepção de que a vida continua ou você não respira e vive a morte como uma castração - um fim de tudo que foi construído em vida.
Nesse sentido Reich se aproxima então do conhecimento oriental sobre "vida e morte" trazendo uma compreensão holística para sua clínica que radicaliza com a dicotomia metapsicológica entre mente e corpo utilizada nas clínicas tradicionais.
É comprovado que a respiração quando exercitada por diversas técnicas orientais ela elimina o "tempo psicológico" das impressões do pensamento sobre o corpo e a realidade que o cerca.

É nesse sentido que percebemos que a mente "mente" e o corpo "cura" a alma ao bater "asas" através dos pulmões, sendo exatamente esse o significado das borboletas durante os voos oníricos pelo inconsciente coletivo e a cura na clinica reichiana.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

NOSSA_FORMAÇÃO_"PSICANALÍTICA"_DE_BASE_NAS_FACULDADES_DE_PSICOLOGIA


O inconsciente freudiano e sua articulação em torno da repressão sexual é obra do judaísmo e se encontra na Cabala, Freud apenas adaptou-a para a ciência através do método. 

O que quero dizer é que Nietzsche despertou em Freud o conceito de inconsciente, logo ele começou a desenvolver sua "cabala científica" em nome da "peste emocional" visto que Nietzsche abriu as portas para a transcendência do "homem social" em oposição ao "homem religioso" daí a frase: "deus está morto". Isso para o "poder" era uma grande ameaça. Então a meu ver, Freud cala Nietzsche e mergulha o mundo nas trevas novamente. Tanto é que pouco tempo depois iremos ver nascer a "máquina de guerra" Nazista que assombra o mundo até hoje. Isso está lá no documentário "O Século do Ego". O "poder" fascista nasce dos conceitos freudianos. Reich também evidencia isso em "Psicologia de Massas do Fascismo". 

Se não tivesse existido Freud é claro que existiria Reich. Até porque estava se desenvolvendo na Alemanha a Gestalt com Wertheimer, Kohler e Koffka a trabalhar a percepção humana da realidade como organização sistêmica ou seja: holismo. Muito próximo do que Nietzsche já havia visto e ninguém o compreendia. Reich surgiria então naturalmente sem ter que confrontar forças "demonistas" que o levaram a prisão e sua morte. 

Esse endeusamento de Freud vem da nossa educação "judaico-cristã" da família nuclear que continua na escola e se instaura nas faculdades, principalmente a de psicologia. Não nos formamos em Psicologia mas em Psicanálise Freudiana a ponto de não conseguirmos enxergar sua "peste emocional" que mergulhou o mundo numa escuridão absurda. 

Todos nós pagamos a cadeira de Gestalt, mas o quê nos ensinaram? Nada. Assim como tantas outras escolas. Mas o quê de fato nos ensinaram foi a PSICANÁLISE freudiana como base de toda a psicologia e isso não é verdade. Ligaram Nietzsche à Freud e eles se diferem radicalmente. Até o fizeram chorar! E assim fazem com todas as outras teorias que radicalizam com a Psicanálise freudiana. 

Não vejo de forma alguma "o método clínico de pensamento freudiano" em Reich. Ao criar a "vegetoterapia" Reich radicaliza com a noção de "psicoterapia" de Freud. Dizer que na natureza existem "atos falhos" e compará-los a "anomalias" não é forçar demais a barra da relação freudiana com a natureza? 

Outra coisa, onde se fala em "inconsciente" no budismo?

quarta-feira, 4 de maio de 2016

GESTALT_FOTOGRAFIA

A Gestalt-Fotografia tem como objetivo promover a percepção do "todo" em detrimento das "partes", educando os olhos a enxergarem "ordem" onde há "caos". É uma excelente ferramenta ótica de configuração geométrica das formas que demonstra como o cérebro organiza e percebe a realidade.

terça-feira, 3 de maio de 2016

A_TRAMA

O que me chamou atenção para a Gestalt como escola de percepção e inteligência foi a Geometria e suas configurações da forma por sermos nós mesmos geometricamente (per)feitos dessas configurações. Então as "emoções" dão lugar aos "sentimentos" na percepção "lógica" do universo em que vivemos e assim ganho mais "força" e "determinação" em minhas ações por atingir o "contato" de forma "racional", "presente" e "consciente", não mais me identificando com o "drama" social mas com sua "trama" matemática e filosófica.